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A Inovação e a Criatividade são Primordiais no Mundo Corporativo Moderno

A Inovação e a Criatividade são Primordiais no Mundo Corporativo Moderno

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Muito se fala sobre a crescente necessidade de criatividade e de inovação no mundo corporativo moderno, cada vez mais dinâmico e em constante transformação.

E muitos de nós não nos percebemos como inovadores e criativos. “Será mesmo” que não somos? Talvez estejamos “engessados” e precisando prestar um pouco mais de atenção no assunto.

Se de algum modo essa mudança constante da vida atual gera desconforto e receio, de outro é o sentido natural da evolução humana e será cada vez mais evidente. Temos, portanto, que nos adaptar às mudanças no maior exemplo de seleção natural.

A realidade digital, e até virtual, com a alta tecnologia fazendo parte de nossas vidas, aumenta o desafio com quebras de paradigmas e de padrões a todo momento. Sabemos, agora, que quase tudo o que conhecemos tem mudado rapidamente – e “num piscar de olhos” – já é diferente.

A importância de gerar diferenciais competitivos

No campo empresarial, a competição e a concorrência geram a necessidade de se tentar algum destaque, seja nos produtos ou nos serviços que se oferecem ao consumidor, seja na maneira de apresentar ou de prestar serviços etc.

Gerar diferenciais é fundamental – e essa tarefa depende, em grande parte, de se pensar, justamente “fora da caixa”, de outra forma, ter um outro olhar sobre as coisas e as situações; pensar em fazer de uma nova maneira etc.

Para isso, a diversidade, tão natural e presente, precisa ser não apenas reconhecida como valorizada – pois é um dos grandes motores para a visão multilateral nas empresas.

A inovação no mundo corporativo moderno e nos departamentos jurídicos

Essa questão é, também, um dos enormes desafios dos advogados que atuam em departamentos jurídicos de empresas, pois ainda há uma certa tendência ao tradicionalismo, ao “sempre foi assim”, ao “é assim que se faz”, às formalidades e às tradições.

De forma alguma se pretende meramente criticar a parte positiva de todos esses conceitos e experiências, mas nos parece claro que seja preciso “atualizar conceitos”, e “abrir a mente”.

Nessa linha, acreditamos que incentivar a criatividade e a inovação seja menos difícil do que se imagina (ou, ao menos, existem formas de se lidar com a questão).

Leia também: Dicas da MOL: 10 estratégias para atingir a eficiência jurídica

Criatividade e inovação é menos difícil do que se imagina

Todos somos criativos  e todos podemos ser inovadores, se ao menos não colocarmos barreiras e não exagerarmos nos “filtros” que a própria cultura e a sociedade nos impõem.

Crianças são naturalmente espontâneas e criativas, sonhadoras, cheias de imaginação, e é “o crescimento” que nos “engessa”. Ou seja, se tentarmos ao menos não “barrar” idéias e visões diferentes, já estaremos ajudando a criatividade.

Tanto a formação básica do advogado quanto a própria estrutura de legislações e do Judiciário (dentre outras) estimulam os padrões, os modelos de análise e de condutas. E ser criativo e inovador já seria, por exemplo, pensar em outras formas de se lidar com negociações e conflitos.

Admitir, por exemplo, que nem sempre temos razão, e que por vezes todos tem razão ou ninguém a tem, ou tem em parte, já abre espaço para visões diferentes, enfoques diferentes – que podem dar margem a negociações.

E mais… Caso negociações simples não sejam suficientes ou possíveis, pensar em alternativas aos litígios já será de grande valor, poupando desgastes, perda de tempo e energia, perda de oportunidades e de muito dinheiro.

A rigidez e o formalismo que sempre baseou a formação e a atuação do advogado tiveram sua razão de ser em outras épocas, mas já não cabem na realidade das empresas e muito menos ajudam o Advogado Corporativo 4.0.

Dicas para a inovação no mundo corporativo moderno

Algumas possíveis “dicas” podem ajudar nessa reflexão, como aproveitar a diversidade (indo bem além de apenas respeitar ou aceitar), “pensar fora da caixa”, evitar preconceitos e certezas absolutas pré-concebidas, aceitar as novidades e procurar entende-las antes de barrar ou criticar, estimular efetivamente a criatividade das pessoas e das equipes (permitindo o “brainstorm” sem filtros), praticar a escuta ativa e a empatia, aceitar e utilizar bem o erro.

O culto ao acerto (acima de tudo), é um dos grandes perigos atuais, pois pelo medo da falha muitos profissionais limitam “de cara” as alternativas e pouco ousam, achando que assim reduzem a margem de erro – esquecendo de que reduzem também as chances de criar e de inovar.

Conclusão

Lembre-se de que a criatividade e a inovação não são apenas em grandes transformações mundiais e não passam apenas pelas grandes descobertas ou invenções, mas começam em casa e no trabalho, no dia a dia.

Da próxima vez que você tiver uma reunião a fazer, um parecer a elaborar, uma negociação a travar ou uma petição a redigir, pense se é de fato preciso fazer sempre da mesma forma… Será que não se pode inovar um pouco e melhorar o resultado?

Quer ser mais inovador e criativo? Permita-se ousar, errar, sonhar, pensar de outra forma sobre os desafios do dia a dia. Novas e ótimas ideias surgirão!!

Conheça mais sobre o tema, sobre a moderna gestão estratégica dos departamentos jurídicos nas empresas, e venha conosco apoiar a busca pela excelência dos advogados corporativos brasileiros.

É importante, e é também o caminho para “o sucesso”.

A Inovação Mundo Corporativo Moderno

Leonardo Barém Leite é advogado em São Paulo, especializado em negócios e em advocacia corporativa, sócio sênior da área empresarial de Almeida Advogados, com foco em contratos e projetos, societário, governança corporativa, “Compliance”, fusões e aquisições (M&A), “joint ventures”, mercado de capitais, propriedade intelectual, estratégia de negócios, infraestrutura e atividades reguladas. Formado em Direito pela Universidade de São Paulo (“São Francisco”) com especialização em direito empresarial, pós graduado em administração e em economia de empresas pela EAESP-FGV/SP, bem como em Gestão de Serviços Jurídicos pela mesma instituição. Pós-graduado em “Law & Economics” pela Escola de Direito da FGV/SP, especializado em Direito Empresarial pela Escola Paulista da Magistratura (EPM) e em Conselho de Administração pelo IBGC/SP. Mestre em “Direito Norte Americano e em Jurisprudência Comparada” pela “New York University School of Law” (NYU/EUA). É membro de diversos conselhos de instituições brasileiras e internacionais, autor de diversas obras sobre gestão jurídica estratégica e direito empresarial, professor em cursos de pós-graduação. Integra várias comissões e comitês de advocacia corporativa em São Paulo e em outros estados. É professor em cursos de especialização em Gestão Estratégica de Departamentos Jurídicos de Empresas na FIA e na FAAP, em São Paulo, e autor de livros sobre o assunto. Foi sócio do escritório Demarest e Almeida – Advogados onde atuou por mais de 20 anos, e também advogado estrangeiro no escritório Sullivan & Cromwell em NY e na Europa nos anos 1990.

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