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Dicas da MOL: como selecionar a base de casos para a mediação online

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Selecionar a base de casos que serão submetidos ao processo de negociação ou mediação online na plataforma da Mediação Online (MOL) é um passo importante. E um que o gestor do departamento jurídico dará para solucionar os conflitos que estejam acumulando no estoque da empresa.

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Independentemente de esses casos estarem judicializados ou não, fato é que praticamente os problemas mais comuns enfrentados por empresas podem ser resolvidos por pelos métodos alternativos e em ambiente digital. Seja com clientes, parceiros, consumidores e até ex-funcionários

A MOL é especialista nessas situações e já tratou quase 35 mil casos de grandes corporações de diferentes setores (financeiro, varejo, saúde, telefonia), gerando acordos numa velocidade até 30 vezes maior que a Justiça e até 6 vezes mais econômicos. A partir da contratação da plataforma, as soluções são implantadas em até sete dias.

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Mas, para chegar nesses resultados e conquistar um acordo, o primeiro passo é a seleção e o envio da base de casos. Essa é a principal fonte de informação da parceria entre a Mediação Online e a contratante, portanto, precisa estar organizada e padronizada para evitar ruídos na comunicação e facilitar a consolidação de um entendimento.

E é justamente esse o tema desse post da Academia MOL. Veja aqui algumas dicas sobre como fazer essa seleção.

1 – Saiba a diferença entre mediação online e negociação

Num primeiro momento, pode até parecer que mediação e negociação são a mesma coisa, mas não são. Diferem nas técnicas envolvidas e também nas suas aplicações. Portanto, estar a par da diferença particularidades desses métodos, é essencial.

No caso da mediação, a MOL faz o agendamento da sessão, que será facilitada por um mediador credenciado pela plataforma, treinado e capacitado para conduzir esse processo. Não é necessário, por exemplo, que a empresa envie a sua proposta à plataforma, já que a solução para o caso é construída pelas partes envolvidas durante a sessão.

Já quando se fala em negociação, a MOL atua em nome da empresa contratante, de forma 100% automatizada. E isso torna necessário o envio das propostas de acordo detalhadas, com informações sobre valores, prazos, obrigações para cada uma das partes e a validade da proposta.

Lembre-se que essas informações precisam estar sempre atualizadas, uma vez que qualquer divergência de informação entre a plataforma e a contratante poderá resultar em atrasos na consolidação do acordo. E isso prejudica todo o andamento do processo.

2 – Mantenha relatórios detalhados e atualizados sobre os casos

Quando é feito o envio da base de casos à plataforma, a empresa não pode deixar de mandar a maior quantidade possível de informações sobre os envolvidos. Portanto, manter um banco atualizado de relatórios facilita com que o gestor tenha acesso rápido aos dados que são necessários para a MOL entrar em contato com a outra parte e dar início ao processo de acordo.

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Entre as informações que não podem deixar de constar na base estão o nome, CPF/CNPJ da outra parte, o valor histórico do conflito, além de eventuais dados que farão parte da minuta do acordo online, como o foro, comarca e o número do contrato. Se o caso estiver judicializado, vale incluir o número do processo, bem como nome do advogado e sua inscrição na OAB.

3 – Quanto mais informação, melhor

Embora se diga por aí que “menos é mais”, essa premissa não é nada verdadeira na situação de enviar a base de casos para a plataforma. Aliás, quanto mais informações sobre o caso o contratante passar à MOL, mais fácil e mais eficiente será o processo de acordo.

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E não se trata apenas nos dados básicos de qualificação citados acima, mas também aqueles que permitam conhecer melhor a pessoa, ou empresa, que farão parte das sessões de mediação ou negociação. Quanto a plataforma souber sobre a outra parte, melhor será a identificação de boas oportunidades de acordo.

4 – Padronização é tudo

Outro ponto importante na hora de organizar a base de casos que serão enviados à MOL é assegurar que os documentos estejam padronizados. Uma dica para isso é atentar para que tudo esteja no mesmo formato e que os arquivos sigam um padrão de nomenclatura. Evite abreviações e muitas variações entre letras maiúsculas ou minúsculas. Exemplo: se o caso é sobre a “escola x”, não vale usar “esc. x” e nem “Escola X”.

 

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