Justiça em Números 2020: as tendências tecnológicas para o sistema de Justiça brasileiro

BlogPosts
Nenhum comentário

Em 2019, a produtividade média da Justiça brasileira foi a maior dos últimos 11 anos. É o que aponta a última edição da principal fonte de estatísticas do Poder Judiciário, o Relatório Justiça em Números 2020, divulgado anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

De acordo com o documento, cada magistrado brasileiro baixou, em média, 2.107 processos em 2019, cerca de 8,4 casos por dia de trabalho. Entre os servidores, o índice de produtividade aumentou 14,1% com relação a 2018. Cada servidor baixou cerca de 175 processos no ano. 

O aumento da produtividade é uma tendência que o Justiça em Números registra há seis anos. Em 2014, cada juiz, desembargador e ministro solucionou em média 1.696 processos. De lá para cá, esse número cresceu gradualmente, indo para 1.748 no ano seguinte; para 1.727 em 2016; depois para 1.783 até alcançar, em 2018, 1.864. Em 2019, esse número foi 13% maior. 

Justiça em Números: avanço da tecnologia no Judiciário

O aumento da produtividade verificado nos últimos anos é resultado do avanço da informatização no sistema de Justiça brasileiro. O uso crescente de ferramentas digitais — como a disponibilizada pela MOL aos Tribunais de Justiça do país — tem aumentado a eficácia do trabalho de magistrados e servidores, agilizando o andamento dos processos e ajudando a reduzir o estoque. 

Em 2016, o percentual de processos que ficaram represados sem solução — valor conhecido como taxa de congestionamento — foi de 73,4%. A partir de então, o número caiu gradativamente e alcançou o menor valor da série histórica em 2019: 68,5%. Quanto maior a taxa, maior a dificuldade do Tribunal em lidar com seu estoque de processos.

De acordo com o último Justiça em Números do CNJ, ao término de 2019, havia 77,1 milhões de ações em estoque no país — cerca de 1,5 milhões a menos com relação ao ano anterior. 

Soluções extrajudiciais

Outra tendência apontada pelo Justiça em Números do CNJ é o investimento em novas formas de resolução de conflitos de forma extrajudicial. E nisso, a tecnologia também já dá uma mãozinha. Plataformas digitais para mediação e negociação de conflitos como a MOL facilitam o diálogo entre os envolvidos, pondo fim às divergências de forma rápida, segura e econômica para todos. 

Afinal, quais conflitos podem gerar um acordo extrajudicial?

Acordos extrajudiciais podem resolver diversos tipos de conflitos, em especial com consumidores, parceiros, colaboradores e fornecedores. É possível recorrer aos métodos alternativos a qualquer momento, com o caso em tramitação ou não. Uma boa estratégia para ser incorporado na estratégia jurídica de empresas.

, ,

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Preencha esse campo
Preencha esse campo
Digite um endereço de e-mail válido.
Você precisa concordar com os termos para prosseguir

Posts Recentes

Menu