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Legal Design: como usar o Design Thinking nos departamentos jurídicos?

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Legal Design é um termo que pode parecer esquisito para a maioria dos profissionais jurídicos. Afinal, tudo o que os advogados e bacharéis de Direito precisam saber sobre sua área de atuação está perfeitamente descrito em livros, códigos e manuais. Certo? Errado!

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O mundo jurídico foi profundamente impactado por avanços tecnológicos e isso trouxe mudanças para o dia a dia do departamento jurídico corporativo. Como resultado, não basta apenas conhecimentos técnicos para garantir que um profissional atue com sucesso. 

Mais do que nunca, é preciso ter visão estratégica e domínio de competências de gestão e produtividade para se destacar. Nesse sentido, o Legal Design é uma ainda pouco conhecida, mas que pode ajudar e muito os departamentos jurídicos

O que é Legal Design?

Legal Design nada mais é que a união de competências jurídicas com competências relacionadas ao design e a tecnologia no desenvolvimento de soluções para os problemas mais comuns que os departamentos jurídicos enfrentam. Esse modo de pensar se chama Design Thinking. Quando aplicado ao Direito, temos o Legal Design

A possibilidade de se usar o Design Thinking no mundo jurídico nasceu nos corredores da tradicional Universidade de Stanford, na Califórnia, mais especificamente no Legal Design Lab. Fundado em 2013, esse laboratório une professores e estudantes não só do Direito, mas também do Design. 

Como aplicar Legal Design ao departamento jurídico

Legal Design tem como objetivo tornar os departamentos jurídicos mais eficientes e produtivos. Significa explorar, experimentar, pensar fora da caixa. Avaliar um problema jurídico detalhe por detalhe, pensando maneiras criativas de solucioná-lo e desenvolvendo as ferramentas necessárias para tanto. 

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Isso inclui usar e abusar de inovações tecnológicas como inteligência artificial, data science e data analytics. Além dessas soluções, existem algumas etapas simples que podem transformar o mindset dos profissionais dos departamentos jurídicos, facilitando a aplicação do Legal Design. Veja abaixo: 

1 – Defina o problema a ser resolvido

Impossível encontrar uma solução para um problema que não se conhece. Portanto, o primeiro passo para usar o Legal Design é identificar o problema e angariar todos os detalhes que o cercam. Gestores podem apostar em brainstorms com todo o time do jurídico, de modo a trazer mais insights e diferentes perspectivas sobre a situação.

2 – Interprete esse problema

Agora que o departamento jurídico já identificou o problema e conhece tudo sobre ele, é hora de delimitá-lo. A ideia é a de que a situação não seja encarada de maneira ampla, mas sim de maneira objetiva e pontual. 

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3 – Vislumbre como seria possível resolvê-lo

Nesta etapa, vale reunir todo o time novamente, já que esse é o momento de pensar fora da caixa, sem amarras, de modo a desenvolver soluções. Importante ter em mente que esse novo brainstorm pode começar de forma abrangente, mas é necessário ir afunilando as ideias até chegar em uma solução factível de ser executada.

4 – Faça protótipos dessa solução

Chegamos ao momento de concretizar a solução, de tirá-la do papel e aplicá-la ao problema que o departamento jurídico que resolver. Use essa fase para testar todos os ângulos existentes, todas as hipóteses levantadas. 

5 – Observe os seus resultados

Aqui, é preciso observar atentamente aos desdobramentos da aplicação da solução. Se por acaso a mesma apontar em uma direção diferente daquela que o time antecipou, é preciso ter jogo de cintura para dar um passo para o lado e reavaliar. Se necessário, repita os passos anteriores, agora considerando os resultados obtidos na fase da prototipagem.  

Lembre-se que esse modelo tem como premissa o pensamento criativo, inovador. Portanto, não tenha medo de errar e começar do zero. 

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