Softwares de gestão jurídica e automação de processos: as diferenças para o setor jurídico das empresas

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O uso de tecnologia na gestão jurídica de empresas não é uma novidade. Há tempos, os softwares gerenciais se tornaram essenciais aos profissionais da área, afastando-os da burocracia do dia a dia e permitindo-lhes ter um olhar amplo sobre o desempenho do setor jurídico de suas companhias. Mas como os avanços tecnológicos não param, é fundamental estar atento às inovações que surgem para aprimorar o que já existe.

Uma dessas novidades é a automação de processos (RPA, do inglês, robotic process automation), funcionalidade que vai além dos tradicionais softwares jurídicos. Mas como? Confira neste artigo as principais diferenças entre as tecnologias e como elas podem ser usadas de modo complementar na gestão jurídica das empresas. 

O que é automação de processos?

A automação de processos consiste em um conjunto de aplicações capazes de executar as tarefas que são muito repetitivas ou operacionais dentro de um processo. Ou seja, a RPA cria “robôs” capazes de imitar o que um ser humano faria para realizar uma determinada atividade. A vantagem é que isso ocorre de modo automatizado, em alta velocidade e ininterruptamente. 

RPA: o que é e quais são os benefícios da automação de processos

A automação de processos permite realizar desde ações como enviar e-mails, atualizar o cadastro de clientes e fornecedores e preencher planilhas até gerar relatórios e analisá-los. Nos departamentos jurídicos, por exemplo, a RPA pode fazer a leitura e coleta de informações em publicações oficiais, a pesquisa por atualizações de processos em Tribunais, a montagem de documentos, o envio de notificações etc.

Diferenças entre as tecnologias 

O que distingue a automação de processos dos softwares tradicionais é sua flexibilidade diante de novas circunstâncias, exceções e situações sem a necessidade de intervenção humana. Uma vez que os “robôs” da RPA tenham sido “treinados”, eles podem manipular dados, dar respostas, iniciar novas ações e se comunicar com outros sistemas de forma autônoma. Ou seja, eles, de fato, executam as tarefas. 

Robotic process automation: vantagens da RPA no setor jurídico das empresas

Os softwares tradicionais também usam automatização, porém, de forma mais ampla, definindo um modelo de gestão jurídica para o setor. Eles aprimoram o desempenho e a agilidade dos processos organizacionais, mas necessitam de supervisão e intervenção humana constantes. A execução das atividades depende do trabalho direto de um colaborador.

Na prática, os softwares tradicionais regem o modelo de gestão jurídica da companhia, desenvolvendo, corrigindo e mantendo os processos. Já a automação é a “mão” que efetivamente executa as atividades, liberando o tempo dos colaboradores.

Trabalhando em conjunto na gestão jurídica

As diferenças entre as duas tecnologias não as tornam excludentes, pelo contrário. Como têm objetivos parecidos, os dois modelos de gerenciamento podem ser usados pelas empresas. 

Trabalhando em conjunto, a automação de processos se torna uma importante ferramenta dentro de um software tradicional. Entre outras vantagens, ela ajuda a diminuir o número de atividades que os colaboradores precisam realizar, enquanto a empresa, por meio do sistema de gestão jurídica mais amplo, pode encontrar soluções adequadas para o fluxo de trabalho desses profissionais.

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