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Dados estatísticos e o departamento jurídico

Data-driven: a importância do uso de dados estatísticos no departamento jurídico

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Dados estatísticos não são novidade para os profissionais de qualquer empresa e em qualquer setor. Por meio deles, é possível resolver problemas com velocidade e tornar mais precisa a tomada de decisão. São tantas as vantagens de se usar este tipo de informação no dia a dia, que hoje já se fala na importância de se estimular uma cultura “data-driven” nos departamentos empresas. No jurídico, inclusive.

Mas o que é ser “data-driven” e como isso pode ajudar o departamento jurídico?

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Ser “data-driven” significa “ser guiado pelos dados”, em português, e isso nada mais é que olhar para os dados e extrair suas informações de maneira estratégica. É entendê-los de uma forma que seja possível gerar insights que vão ajudar o time na execução das suas tarefas, tornando o departamento mais eficiente e ajudando na conquista dos resultados esperados. 

Para tanto, é necessário focar além dos números e extrair a mensagem que essas informações estão trazendo à tona. No caso do departamento jurídico, entender os dados estatísticos é algo que poderá ajudar os advogados na estruturação da melhor estratégia para um caso, por exemplo, ou na gestão das metas da equipe, alavancando produtividade. 

A Inovação e a Tecnologia como Aliados da Advocacia Corporativa

4 dicas para implementar a cultura data-driven no jurídico

Como mencionamos, ser “data-driven” é apostar nos dados para tomar decisões e executar as tarefas do dia a dia. É, também, um exercício diário que exige dedicação do gestor do departamento jurídico e de todo o time. Abaixo, nós da Academia Mol listamos algumas dicas sobre como implementar e estimular a adoção dessa cultura. 

1 – Saiba quais dados importam 

A primeira coisa a se saber é quais dados estatísticos, efetivamente, importam para o jurídico. Portanto, o gestor do departamento precisa sentar com a equipe para entender quais os desafios que eles enfrentam no dia a dia e quais dados poderão ajudá-los a resolver os problemas. Estipule os indicadores que são necessários e as informações que irão alimentá-los. 

Um exemplo: reunir todos os casos que a empresa já enfrentou ou está enfrentando sobre Direito do Consumidor. Analisando um a um e extraindo os dados para entender as decisões judiciais tomadas e tentar prever as que estão por vir, o jurídico também poderá identificar as questões a empresa à Justiça. Isso também poderá ajudar a reduzir os riscos e custos da judicialização, permitindo antever se o momento é para um acordo.  

2 – Abuse da tecnologia para extraí-los 

Jurimetria, data-analytics e data-science são algumas das tecnologias de inteligência artificial que vão ajudar o gestor do departamento jurídico na empreitada “data-driven”. Por meio destas ferramentas, os dados essenciais podem ser reunidos e facilmente extraídos em relatórios e tabelas. Ajudam, ainda, no monitoramento dos indicadores estipulados. 

3 – Contrate alguém para fazer a gestão dos dados

Ter na equipe alguém com um perfil analítico e com experiência na análise de dados pode ajudar e muito o departamento. Essa pessoa será a responsável por alimentar as informações nas soluções que irão gerar os dados essenciais e produzir os relatórios com os insights que irão guiar as ações do gestor e do time. 

4 – Use os dados para ter uma visão global do jurídico

Os dados não vão ajudar o departamento apenas na estratégia jurídica, mas também podem dar uma visão global do seu desempenho para o gestor e para a equipe. Portanto, vale pensar em realizar reuniões mensais para apresentar os resultados obtidos e os dados principais sobre a operação. Assim, todos estarão na mesma página quanto a evolução do jurídico e irão se manter engajados a manter a cultura “data-driven” no dia a dia. 

Sabe o que é gestão de metas? Saiba tudo sobre esta ferramenta para medir o desempenho do jurídico. 

O conteúdo oferecido faz parte da Academia MOL.

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