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Dicas da MOL: 10 estratégias para atingir a eficiência jurídica

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A eficiência jurídica é um conceito que pressupõe atender exigências de qualidade, eficácia e produtividade. Em um momento de profundas transformações no Direito, alavancadas por avanços tecnológicos e novos mindsets, se tornou essencial que o gestor jurídico de uma empresa esteja a par de estratégias que garantam um departamento produtivo e relevante para o negócio. Com isso em mente, a Academia Mol produziu uma lista de dicas que um gestor poderá usar para aumentar a eficiência jurídica do seu setor. Veja abaixo:

1 – Eficiência jurídica: conceito

Um dos primeiros passos é o de entender o que esse conceito de “eficiência jurídica” significa para a sua empresa. É reduzir despesas? Dar baixa em processos? Regenerar clientes? Ao compreender como isso se aplica no dia a dia do negócio, o gestor terá em mãos um panorama claro para atuar.

2 – Cuidado com fornecedores

Avanços tecnológicos trouxeram à tona novidades para o mundo jurídico. Hoje em dia, é possível contratar diferentes ferramentas que visam solucionar desafios que essa área enfrenta, como o alto volume de processos na Justiça.

Aqui, contudo, é preciso ter cuidado para garantir que a contratação de um fornecedor não se torne uma dor de cabeça. Portanto, não deixe de checar se essa figura tem a expertise necessária, boas referências, credibilidade no mercado e se está atuando lado a lado com as inovações tecnológicas.

Conheça aqui 6 ferramentas tecnológicas que facilitam a vida do advogado

3 – Aposte em sistema de jurimetria

Uma avaliação que se faz pertinente na operação do jurídico é sobre a possibilidade de se adotar um sistema de jurimetria, uma espécie de análise estatística que investiga dados do Judiciário e que pode trazer informações relevantes para os casos da empresa. Com um sistema desses implantado, o gestor poderá ter uma visão mais ampla e estratégica da ação.

4 – Rotina operacional

É comum ver o departamento jurídico de uma empresa imerso em contratos de diferentes tipos e que podem ser de extrema importância para o negócio. É importante, contudo, verificar se a rotina operacional desses documentos não está fazendo com que os advogados percam tempo. Portanto, vale pensar em maneiras de fazer um gerenciamento mais eficiente, monitorando as fases de cada um dos contratos, bem como os momentos de tomada de decisão das partes envolvidas.

5 – Indicadores

Indicadores são essenciais para medir o resultado de uma empresa ou área e no jurídico isso não é diferente. No entanto, há uma diversidade deles, cada qual com o seu propósito, e cabe ao gestor definir quais serão os usados no acompanhamento das metas do departamento.

Saiba por que o departamento jurídico precisa de metas e quais são elas

6 – Legaltechs

As legaltechs nasceram para impulsionar o Direito na superação de grandes desafios com uma ajudinha de soluções tecnológicas. E elas podem se mostrar importantes aliadas do gestor jurídico na hora de pensar nas ferramentas para tornar o departamento tornar cada vez mais eficiente e produtivo. Portanto, visite e conheça esse ambiente e as startups que estão fazendo a diferença na área.

Lawtechs ou legaltechs: o que são e por que contratar essas startups?

7 – Entenda os conflitos

Estimativas dão conta de que empresas gastam R$ 157,38 bilhões de reais por ano com processos no Brasil e cada ação judicial consome cerca de 94 mil reais. E isso sem esquecer de que um processo leva, em média, dois anos para ser julgado em primeira instância.

Esses dados deixam evidente a necessidade de o departamento jurídico examinar no detalhe cada um dos conflitos nos quais a empresa foi envolvida e investigar possíveis ações que poderiam prevenir o surgimento de novos problemas.

8 – Administre os problemas

Conflitos, especialmente os judiciais, custam tempo e dinheiro para os cofres das empresas e não é plausível pensar em um universo no qual eles simplesmente não existam mais. Hoje, porém, existem ferramentas tecnológicas que podem auxiliar a administração desses problemas e até mesmo a sua solução sem que seja necessária a atuação no Judiciário ou que tragam os casos judicializados para a esfera dos métodos alternativos de resolução de conflitos, como mediação e negociação.

9 – Solução amigável

Apostar nos métodos alternativos pode se mostrar uma estratégia eficiente para baixar os estoques de ações de uma empresa no Judiciário, o que, por sua vez, diminuirá os custos que são desprendidos nesse tipo de empreitada. Uma dica, portanto, é que o gestor jurídico aposte em iniciativas que priorizem a negociação e a mediação em detrimento da judicialização. E isso é algo que pode, ainda, melhorar a relação entre os envolvidos, já que tratará do conflito de maneira mais amigável e acessível.

10 – Esqueça o Excel

É isso mesmo: esqueça o Excel. Hoje em dia, usar painéis de Business Intelligence na avaliação de indicadores de resultados tornam esse processo mais automatizado e eficiente. Isso sem falar que muitos deles permitem que a gestão seja feita em tempo real, o que contribui para uma tomada de decisão mais rápida e precisa.

Conhece as vantagens da negociação online para fechar acordos? Não deixe de conferir nosso artigo sobre esse assunto

O conteúdo oferecido faz parte da Academia MOL.

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